3 de agosto de 2010

Alimentos x Emoções

por Blog Banda e Balão


 

Banana:contra a ansiedade

Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia

 

Mel: pura alegria

Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.

 

Abacate: amigo do sono

Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

 

Salmão: levanta o astral

Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato . O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

 

Lentilha: afasta o medo

Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

 

Nozes: mantém você concentrada

São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

 

Chá verde: espanta o estresse

Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Salmão: levanta o astral

 

Brócolis: deixa a mente esperta

É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.

 

Clorela: controla a preocupação

Comportamento obsessivo pode ser snal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto.
Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)

 

Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz

O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

 

Gérmen de trigo: acaba com a irritação

Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

 

Tofu: espanta o desânimo

O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

 

Dr. Luiz Carvalho - Nutrólogo e Nutricionista
Nut. Gabriela Zanatta Port - Nutricionista
Clínica Nutrissoma: Rua Marquês do Pombal, 1824 Conj. 303 - Fone (0xx5l) 3361-4012 - Porto Alegre-RS



19 de julho de 2010

meionoirte.com: Técnicas não-cirúrgicas para perder peso

por Blog Banda e Balão


São técnicas diferentes que tem o mesmo propósito: fazer com que se elimine peso através de uma reeducação alimentar

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, 46,6% da população está com excesso de peso, estado que contribui para doenças crônicas como diabetes, pressão alta e problemas do coração. Entre as empresas e instituições que buscam soluções para frear o problema está o Hospital das Clínicas de São Paulo, que atualmente estuda um novo procedimento para ajudar pacientes com sobrepeso. Trata-se de uma técnica endoscópica, que insere via oral uma espécie de revestimento de 62 centímetros no início do intestino delgado. A técnica impede a absorção de comida na região e, portanto, o alimento vai do estômago diretamente para a porção final do intestino, fazendo com que o paciente perca em torno de 30% do excesso de peso. Outro tratamento que também favorece a perda de peso é o uso do balão intragástrico. Também colocado via endoscopia, o balão é inflado de 400 a 700 ml de solução salina e azul de metileno estéreis, o que faz com que a pessoa sinta uma saciedade precoce. “São técnicas diferentes que tem o mesmo propósito: fazer com que se elimine peso através de uma reeducação alimentar. Porém, é importante lembrar que depois do procedimento feito no intestino, o paciente deve tomar suplementos vitamínicos, para suprir a falta de absorção de nutrientes pelo organismo, diferente de quem fez o tratamento com o balão”, explica o gastroenterologista e cirurgião Denis Pajecki.



26 de abril de 2010

O perigo das dietas da moda!

por Blog Banda e Balão


A busca por um corpo perfeito leva muita gente a apelar para a Dieta Espiritual, Dieta da USP, Dieta Ortomolecular, Dieta de Hollywood, Dieta da Lua, Dieta do Tipo Sanguíneo entre tantas outras. Não há dúvidas que essas dietas emagrecem, mas isto acontece porque elas contêm menos calorias do que gastamos, além disso, muitas delas não têm compromisso com nossas necessidades nutricionais.

Com o tempo, depois de perder o peso desejado, a pessoa volta a engordar novamente, passando pelo conhecido “efeito sanfona”. Isto acontece porque o paciente não teve uma reeducação alimentar, pois em algum momento o corpo sentirá falta daquilo que foi retirado bruscamente.

As mulheres são as que mais sofrem para emagrecer, comparada aos homens que levam vantagem. Isto ocorre porque o hormônio testosterona é importante para a formação muscular, enquanto o estrogênio facilita o depósito de gordura. Além disso, a herança genética também conta.

Na verdade, a melhor forma de perder peso e ter sucesso é não se privar de comer determinados grupos de alimentos. É preciso mudar hábitos alimentares, fazer de cinco a seis refeições diárias. Para ajudar nestes casos e potencializar a perda de peso, existe um tratamento de seis meses aprovado pela ANVISA chamado de Balão Intragástrico.

Ele funciona como um bolo alimentar artificial e, consequentemente, aumenta a saciedade precoce. O balão é introduzido no estômago e retirado via endoscopia, é feito de silicone e possui uma válvula lisa e um catéter de introdução. Ao chegar ao estômago, o balão é preenchido com um volume de 400 a 700 ml de solução salina e azul de metileno estéreis. Recomendado por no máximo seis meses, o procedimento é simples, não exige afastamento das atividades diárias e o paciente pode comer de tudo e ter uma vida normal, desde que siga as orientações de seu médico, nutricionista ou outro profissional da saúde. 

O tratamento não é feito isoladamente. O paciente é acompanhado por uma equipe multidisciplinar que ajuda o paciente a emagrecer no tempo certo, e ainda disponibiliza o site www.levecomvoce.com.br com dicas de nutrição, bem-estar, atividade física e motivação. Durante os seis meses de tratamento, o paciente faz uma reeducação alimentar, sem evitar alimentos com importantes valores nutricionais, essenciais a boa qualidade de vida. Quando retirar o balão, o corpo estará adaptado a nova rotina de alimentação e, o mais importante, com um peso ideal.



12 de abril de 2010

Balão Intragástrico é alternativa para adolescentes ao sobrepeso

por Blog Banda e Balão


Um estudo recente foi publicado na revista científica da Associação Médica Americana (AMA), onde pesquisadores australianos acompanharam 50 adolescentes, sendo que a metade deles frequentou um programa intensivo de mudança de estilo de vida, enquanto que a outra metade passou por uma cirurgia bariátrica de banda gástrica. Após dois anos, o grupo que passou pela cirurgia havia perdido mais peso: de um total de 25, 21 jovens perderam mais da metade do sobrepeso. Entre os que não passaram pela cirurgia, a taxa de perda de sobrepeso foi de 3 em 25.

Nos Estados Unidos, Brittany Caesar, na época com 14 anos, foi a primeira adolescente a passar por uma cirurgia bariátrica no Hospital Infantil do Texas, embora o procedimento ainda esteja em fase experimental para jovens e crianças. Além de ser uma cirurgia experimental, médicos divergem opiniões já que os adolescentes não têm maturidade física e emocional. Esses jovens devem receber aconselhamentos psicológicos, pois seus sistemas digestivos e suas dietas serão alterados para sempre.

Aqui no Brasil, além do tratamento com a banda gástrica ajustável, existe uma alternativa diferente da cirurgia bariátrica e aprovada pela ANVISA: Balão Intragástrico. O tratamento atua como um bolo alimentar artificial e, consequentemente, aumenta a saciedade precoce.

Introduzido no estômago e retirado via endoscopia, o balão é feito de silicone e possui uma válvula lisa e um catéter de introdução. Ao chegar ao estômago, o balão é preenchido com um volume de 400 a 700 ml de solução salina e azul de metileno estéreis. Recomendado por no máximo seis meses, o procedimento é simples, não exige afastamento das atividades diárias e o paciente pode comer de tudo e ter uma vida normal.
Para complementar e ter um resultado totalmente satisfatório no tratamento, o paciente é acompanhado por uma equipe multidisciplinar que ajuda a emagrecer no tempo certo e com saúde. Além disso, dicas de nutrição, bem-estar, atividade física e motivação estão à disposição dos pacientes durante o tratamento.

 Portanto, fica a dica para procurar sempre um médico antes de iniciar qualquer tratamento para sobrepeso. Só ele orientará qual a melhor forma de emagrecer com saúde e ter uma melhor qualidade de vida.



16 de março de 2010

Mulheres que são comprometidas têm tendência a ganhar peso

por Blog Banda e Balão


Um estudo realizado com 6 mil mulheres australianas, entre 18 e 23 anos, mostrou evidências de que mulheres sem filhos adquirem alguns quilos a mais quando encontram um parceiro. O estudo apontou que ao longo de dez anos, o ganho de peso para uma mulher com peso médio de 64 kg foi de 9 kg se ela tivesse um bebê e um parceiro, 7 kg se ela tivesse um parceiro, mas não filhos, e apenas 5 kg se não tivesse filho nem parceiro.

Segundo a principal autora, Annet Dobson, professora de bioestética da Universidade de Queensland (Austrália), os fatores que levam ao aumento do peso podem ocorrer por mudanças fisiológicas. Além disso, a vida social com o parceiro também pode ser um outro ponto, já que quando um casal vai à um restaurante, por exemplo, o garçom serve a mesma quantidade para ambos.

Aqui no Brasil não é diferente, muitas mulheres solteiras, comprometidas, casadas ou mães também lutam contra a balança e para isso procuram fórmulas, lipoaspirações, cirurgias, dietas milagrosas de todos os tipos entre outras. “Há alternativas mais saudáveis e não invasivas, como por exemplo, a introdução do Balão Intragástrico que é um tratamento temporário para redução de peso, onde atua como um ‘bolo alimentar artificial’ para induzir a uma saciedade precoce” afirma Luiz Eduardo Campedelli, clínico-endoscopista do Hospital Albert Einstein.

Introduzido no estômago e retirado via endoscópica, o balão é feito de silicone e possui uma válvula lisa e um cateter de introdução. Ao chegar ao estômago, o balão é preenchido com um volume de 400 a 700 ml de solução salina e azul de metileno estéreis. Como o procedimento é endoscópico, não exige afastamento das atividades diárias.

“O tratamento é recomendado por no máximo seis meses, mas para que o resultado seja totalmente satisfatório, os hábitos alimentares e comportamentais devem mudar seguindo orientações de profissionais como nutricionistas, endocrinologistas e outros” alerta Campedelli. Para auxiliar o tratamento, existe uma ferramenta, o site www.levecomvoce.com.br. Esse canal online é exclusivo para pacientes e médicos, e ajuda a emagrecer no tempo certo e com saúde, fornecendo dicas de nutrição, bem-estar, atividade física e motivação.

 

 



22 de outubro de 2009

Mulher do futuro será menor, mais gordinha e mais fértil, diz estudo - Publicidade da New Scientist

por Blog Banda e Balão


Mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso.
“Isso é simplesmente falso”, disse Stephen Stearns, biólogo evolucionista da Universidade de Yale. Ele afirma que, embora as diferenças na sobrevivência já não possam mais selecionar aqueles com maior aptidão e seus genes, as diferenças na reprodução ainda podem. A questão é se mulheres que têm mais crianças possuem esses traços distintivos, que elas repassariam aos seus descendentes.

Para desvendar a questão, Stearns e seus colegas trabalharam com dados do Framingham Heart Study, que trazia o histórico médico de mais de 14 mil residentes da cidade de Framingham, Massachusetts, desde 1948 –que englobam três gerações em algumas famílias.

A equipe estudou 2.238 mulheres que haviam passado da menopausa, e então cruzaram os dados com as respectivas vidas reprodutivas. Para este grupo, a equipe de Stearns testou a altura, peso, pressão arterial, colesterol e outras características correlacionadas com o número de crianças a que elas deram à luz. Eles controlaram alterações devido a fatores sociais e culturais, para calcular o quão forte é a seleção natural para moldar estas características fisiológicas.

E é muito, segundo se confirmou. Mulheres mais baixas e gordas tendem a ter mais filhos, em média, do que outras, mais altas e magras. Mulheres cujos colesterol e pressão eram baixos também tinham mais filhos, e –não surpreendentemente– tiveram seu primeiro na juventude e entraram na menopausa mais tarde. A surpresa foi que estas características foram passadas para suas filhas que, por sua vez, também tiveram mais crianças.

Caso a tendência persista por dez gerações, calcula Stearns, a mulher média em 2409 será 2 cm mais baixa e 1 kg mais pesada do que ela é atualmente. Ela dará à luz o seu primeiro filho cinco meses mais cedo e entrará na menopausa dez meses mais tarde, em relação à média atual.

É difícil dizer o que direciona para estas características, e discernir se elas estão sendo disseminadas por genes de mulheres, mas, pelo fato de Stearns controlar muitos dos fatores sociais e culturais, é provável que isso tenha resultado em um documento genético, em vez de um trabalho acerca de evolução cultural.

Não é o primeiro estudo concluindo que a seleção natural está “operando” nos humanos atualmente; a diferença é que muitos dos trabalhos anteriores foram concluídos de diferenças geográficas nas frequências de genes, e não de avaliações diretas do sucesso reprodutivo. Isso deixa o estudo de Stearn como, talvez, a mais detalhada medição da evolução humana atual.

“É interessante que o quadro biológico subjacente ainda é detectado sob a cultura”, diz ele. Análises a longo prazo de outros conjunto de dados médicos pode jogar mais luzes sobre a interação entre genética e cultura.



7 de outubro de 2009

Homer Simpson é o novo guru britânico para uma boa alimentação

por Blog Banda e Balão


LONDRES (Reuters) - Esqueça a pizza e as rosquinhas recheadas –o governo britânico quer que os fãs dos Simpsons passem a comer de maneira mais saudável.

O Departamento de Saúde está gastando 1 milhão de dólares para patrocinar episódios do desenho no Channel 4 como parte da campanha Change4Life (Mudança para a Vida).

Antes do início dos programas patrocinados, personagens do desenho que fingem ser membros da família são mostrados sentados em um sofá debruçados sobre sorvetes e batatas fritas que depois se transformam em alternativas mais saudáveis.

O governo espera que os telespectadores percebam que devem seguir este comportamento, e não a dieta baseada em cerveja e rosquinhas recheadas de Homer Simpson e sua família.

A ministra da Saúde Pública britânica, Gillian Merron, disse que o objetivo é criar maneiras novas e inovadoras de atingir a audiência.

“Os Simpsons são uma família unida e muito amada que enfrenta os desafios diários que famílias modernas passam”, afirmou em comunicado.

“Enquanto eles certamente fazem algumas escolhas questionáveis sobre como fazer as coisas, dão uma maneira popular e atraente para repassar a mensagem às famílias da vida real sobre maneiras simples de melhorar a dieta e atividade para uma vida para saudável”, disse.

(Reportagem de Michael Holden)

Fonte: yahoo.com.br



30 de setembro de 2009

Você sabe a diferença entre dieta e reeducação alimentar?

por Blog Banda e Balão


Alimentos devem ser bem analisados e corretamente consumidos
Alimentos devem ser bem analisados e corretamente consumidos

Toda hora ouvimos os dois termos; mas, afinal, qual é a diferença. Não é a mesma coisa???

Em primeiro lugar, dieta é algo que fazemos por um determinado tempo com a finalidade de perda de quantidade específica de peso. Porém, quando ela termina, os riscos de voltarmos a ganhar quilos na balança é muito grande. Na dieta, como há um prazo para se atingir a meta (perda “x” de quilogramas), quando se chega lá as pessoas tendem a relaxar e ganhar tudo o que haviam perdido. Até, muitas vezes, mais.

O segredo, então, prá que a gente possa ter uma vida saudável e com qualidade de vida duradoura é uma verdadeira reeducação alimentar. Mas, então, afinal, o que é?

Reeducação alimentar, como o nome diz, é aprender a comer de forma correta para que possamos nos sentir melhor conosco mesmos. Para tal, é importante entendermos o valor de cada alimento, a quantidade de vezes que se deve comer, a quantidade certa e as horas corretas das refeições.   

A correta reeducação alimentar (é importante lembrarmos que o ideal é ser acompanhado por nutricionista) vai fazer a pessoa perder peso e, principalmente, manter este peso conquistado. Com isso, a pessoa vai estar com mais saúde, disposição, melhor estética e qualidade de vida.  



16 de setembro de 2009

Presidente dos EUA é favorável a taxar refrigerantes para combater obesidade…

por Blog Banda e Balão


E você, o que acha a respeito?

 

obesidade-refrigerante

 

(fonte:AFP)

WASHINGTON — O presidente americano, Barack Obama, declarou-se favorável à ideia de impor uma taxa adicional sobre os refrigerantes para financiar o combate à obesidade, mas admitiu que os interesses econômicos em jogo tornam o caso complicado.

“É uma ideia que deveríamos aprofundar”, declarou Obama à revista Men’s Health, referindo-se à sugestão de instaurar uma taxa adicional sobre os refrigerantes e outros produtos ricos em açúcar para lutar contra a obesidade.

“Nossas crianças bebem refrigerantes em demasia. Mesmo que o consumo destas bebidas não seja a única causa da obesidade, é um fator essencial”, disse o presidente, segundo trechos da entrevista publicados previamente pela revista.

 

Obama ressaltou, porém, que as “resistências” a esta ideia seriam muito fortes, sobretudo nos estados americanos produtores de açúcar. Segundo ele, estes estados “são sensíveis a todos os fatores que podem reduzir a demanda”.

Além disso, “as pessoas talvez não queiram ouvir alguém lhes dizer o que devem comer ou beber, e entendo isso”, explicou Obama nesta entrevista, dedicada às maneiras de manter uma vida mais saudável e ao grande projeto presidencial de reforma do sistema da saúde.

 

Obama, que pratica exercícios quase todos os dias, se descreveu como uma pessoa que “tem uma alimentação saudável”.

 

O presidente mandou colocar uma taça cheia de maçãs no Salão Oval. “Foi a primeira medida de reforma da saúde que tomamos”, brincou.

 

De acordo com um relatório publicado em julho, dois terços dos americanos e um quinto das crianças são obsesos ou têm problemas de excesso de peso. O tratamento das doenças decorrentes da obesidade custa quase 150 bilhões de dólares a cada ano, quase duas vezes mais que o do câncer, alertaram as autoridades sanitárias.



16 de setembro de 2009

Obesidade e doenças crônicas podem levar à disfunção erétil

por Blog Banda e Balão


Congresso da Sociedade Latino Americana de Medicina Sexual relaciona problemas de saúde aos sexuais

barriga

 

Fonte: portal da Editora Abril

idade estaria relacionado diretamente a disfunção erétil

A cidade de Florianópolis recebeu médicos de todo o mundo para o Congresso da Sociedade Latino Americana de Medicina Sexual de 2009. Entre os temas abordados no evento está a relação entre os níveis de testosterona e as doenças crônicas, entre elas a diabetes e a obesidade. 

“Ao longo do tempo, as pesquisas tem avançado até que, recentemente, os estudos apontaram a disfunção erétil como um marcador de problemas cardiovasculares”, disse Geraldo Faria, presidente da Sociedade Latino Americana de Medicina Sexual.

Segundo o médico, a disfunção erétil também está relacionada diretamente a obesidade, além da diabetes e doenças como hipertensão. Apesar disso, Faria avisa que dieta balanceada, prática de exercícios e terapia hormonal à base de testosterona pode evitar males. 

“Uma pesquisa alemã recentemente publicada no site do “Journal of Andrology”, feita pelo professor Armin Heufelder, demonstrou que, após um ano de acompanhamento, pacientes com hipogonadismo e diabetes que adotaram um estilo de vida saudável e receberam a terapia hormonal saíram do quadro de síndrome metabólica”, afirmou Farid Saad, especialista em endocrinologia.

Ainda no simpósio, os médicos apontaram um estudo que informou que os diabéticos que sofrem de disfunção erétil podem ter uma ereção peniana equivalente a de pessoas que não possuem o mesmo problema. No entanto, quem possui a doença depende de tratamentos com remédios para conseguir a mesma média.